Irmãos e Irmãs, bom dia.
Eu sou Irmão, Irmão K, se quiserem.
O que eu sou pouco importa.
O que eu fui, pouco importa.
Unicamente importam as
algumas palavras que vou desenvolver em minha primeira vinda.
E, do que eu gostaria de
falar-lhes, é da Liberdade.
Essa palavra, o que ela
veicula no Interior do que constitui o ser humano, é profundamente diferente de
acordo com cada ser humano.
Por vezes, a Liberdade pode
ser definida como um sentimento de poder agir à vontade.
Para outros, a Liberdade
será não depender nem do tempo, nem de uma autoridade exterior.
Alguns concebem a Liberdade
como a capacidade para exprimir o que desejam exprimir por uma arte.
Em resumo, pode-se dizer que
existem tantas liberdades diferentes como seres humanos.
Mas, em definitivo e
fundamentalmente, o ser humano é livre?
E de qual Liberdade se fala?
Qual Liberdade se vive?
Vocês são livres para ir
para o que vocês veem?
Vocês são livres para estar
aqui e em outro lugar?
Vocês são livres ou vocês
estão acorrentados?
A Liberdade, depois de tudo,
é apenas um conceito que vai se aplicar, segundo seus desejos, suas próprias
percepções.
A Liberdade da qual venho
falar não está contaminada de nada de tudo isso.
De fato, eu gostaria de
falar da Liberdade onde não existe qualquer condicionamento, uma Liberdade onde
prevalece a experiência da Consciência pura, liberada.
A Liberdade de que falo é,
obviamente, a Liberdade do Espírito.
Ora, o espírito humano não é
livre.
O que se apresenta a vocês,
desde algum tempo, na superfície desta Terra,
com uma acuidade sempre maior, é o acesso a espaços de Liberdade reais, mas,
contudo, limitados, por sua própria presença num corpo.
Então, alguns seres vão
falar-lhes de Liberação, de Ressurreição, de Coração.
Em definitivo, eu gostaria
de lhes apresentar as coisas de outro modo, mas é totalmente complementar.
Não é oposta, mas é
simplesmente uma iluminação nova que gostaria de trazer-lhes, com relação à
Liberdade.
Definitivamente, a questão
que vocês devem se colocar, a fim de definir o que é a Liberdade espiritual, é
colocarem-se a questão de sua própria Liberdade.
Vocês são livres?
Vocês são livres para estar
aqui ou estar em outro lugar?
Vocês são livres para ir
para o Ilimitado e viver o Ilimitado?
Vocês são livres de qualquer
condicionamento, de qualquer Crença, de qualquer apego?
De fato, a Liberdade pode se
definir apenas com uma capacidade, bem real, de escapar a todo condicionamento
e a toda Crença.
O mundo que nós percorremos,
uns e outros, e que vocês percorrem ainda, é um mundo onde são veiculadas
Crenças cuja particularidade é compartimentar e fechar.
E é apenas nesses espaços de
confinamentos que se pode experimentar uma Liberdade que é, ela mesma,
compartimentada e condicionada.
Em qual momento o ser humano
é livre?
Eu teria tendência a
dizer-lhes, como eu o dizia em minha vida, quase nunca, porque, mesmo quando a
Consciência é capaz de experimentar estados fora do comum, espaços de liberdade
não condicionados por uma forma, uma vez a experiência vivida, há retorno a um
condicionamento, ainda que apenas o corpo, ainda que apenas as obrigações
diversas e variadas que se cria o ser humano em toda sua vida.
Em consequência do que se
pode facilmente afirmar que a Liberdade, no sentido o mais espiritual, não
existe absolutamente sobre esse mundo.
Mesmo a Consciência não é
livre, porque sua consciência, nossa consciência, quando estamos encarnados,
está exclusivamente centrada nesse corpo que habitamos e que assimilamos e nós
nos deslocamos no interior desse corpo e no interior da sociedade segundo
regras, sejam fisiológicas ou sociais, isso estritamente nada muda, porque a
fisiologia, como a sociedade, são limites.
Não pode haver Liberdade com
limites, quaisquer que sejam.
E esse mundo, como vocês
sabem, como nós todos o experimentamos, é limitado.
Limitado tanto pela
fisiologia do corpo como pelas regras sociais, como pelos condicionamentos, mas
limitado mesmo na gama do que é visível.
De fato, o olho humano não
percebe o infravermelho, o ultravioleta, sem mesmo falar de outras cores ou de
outras Irradiações.
De fato, o conjunto da vida
é limitado pelo que eu chamaria, então, gamas, gamas de leis, gamas
fisiológicas, celulares, gamas de cores.
De fato, o ser humano, sobre
esse mundo, está limitado pelo que eu chamaria frequências e ondas que
correspondem, mesmo, à base da vida sobre esse mundo.
Existe, portanto, um
conjunto de limites, condicionantes e confinantes, no qual a alma humana pode
experimentar um sucedâneo de Liberdade.
Nós sabemos pertinentemente
que alguns de vocês tiveram êxito, de maneira temporária, a viver o Ilimitado
num corpo diferente, chamado Corpo de Existência ou Corpo de Eternidade ou
Corpo de Luz.
A particularidade da
Liberdade é justamente não estar limitada no tempo e no espaço, enquanto que um
corpo humano, sobre esse mundo, é localizado num tempo e num espaço, a cada
instante.
De fato, a localização no
espaço e no tempo faz com que haja uma identificação a esta limitação, que é o
corpo e a consciência limitada.
O que se abre a vocês, nesse
momento, à humanidade, é, de algum modo, uma mudança.
Não é unicamente uma ampliação
de uma gama de frequências.
É bem mais do que isso, uma
vez que a Liberdade que chega para vocês é simplesmente a possibilidade, bem
real, de não mais estarem localizados no tempo e no espaço e isso, é claro,
pode representar uma perturbação para uma consciência que provou a Liberdade
unicamente dentro de alguns limites e unicamente no interior destes.
Isso pode ser, efetivamente,
muito desconcertante, muito incômodo.
A irrupção, de algum modo,
de uma novidade num sistema conhecido, traduz-se sempre, para a consciência,
por um período de adaptação onde é necessário reencontrar um novo equilíbrio,
novos limites.
Assim, passar de uma região
a outra, de um companheiro a outro faz experimentar novos espaços aos quais é
preciso aclimatar-se.
O que vai acontecer, o que
acontece atualmente, é totalmente de outra natureza, porque o que vai se
manifestar é a Liberdade espiritual total que, justamente, não tem limite.
Não é, portanto, um novo
quadro, não são, portanto, novas regras, novas leis, mas é a totalidade de
possibilidades.
O princípio da Liberdade é
justamente não estar localizado em um tempo, em um espaço ou em uma Dimensão,
mas ter a Liberdade de ser ao mesmo tempo isso ou aquilo sem ser,
exclusivamente, isso ou aquilo.
Trata-se, de algum modo, de
uma deslocalização total onde a Consciência se descobre não fixada, não
limitada e onde a Liberdade nova é mesmo, como alguns puderam dizer, a própria
natureza do Espírito, representando um desafio para além de uma grande
liberação porque, realmente, as palavras que pronunciaram numerosos sábios
realizar-se-ão, inteiramente, quer dizer que vocês se tornam o que vocês criam,
a cada instante, o que não é absolutamente o caso nos mundos e nas gamas de
limitação presentes sobre a Terra.
Esse salto para o desconhecido
é, de fato, o retorno de sua herança e de nossa herança porque, lá onde estamos
nós participamos, nós também, tendo mantido certa individualidade, destinada a
servir, ainda que tenhamos acesso, é claro, ao conhecimento do Ilimitado.
Em contrapartida, para a
consciência que está ainda fechada desse lado do véu, ou seja, aí onde vocês
estão, a Liberdade pode ser considerada como um grande traumatismo, devido
mesmo à ausência de limites, da ausência de marcadores, onde tudo se cria instantaneamente
e onde nada pode ser definido em relação a um espaço ou a um tempo fixo e
definitivo.
De algum modo, tudo é
infinito e indefinido.
O que eu lhes digo não é
destinado a ativar suas capacidades de reflexão, bem ao contrário, mas abri-los
para essa eventualidade.
Abrir-se a uma eventualidade
é já considerar que isso possa ser algo de plausível, mesmo sem vivê-lo.
Então, é claro, toda a
educação do ser humano, bem além da educação de uma vida, mas a educação
iterativa, eu diria, devido à reencarnação, fez com que o ser humano,
progressivamente, de algum modo se cristalizasse nas leis, numa gama de
frequência, se preferem, que ele experimenta, a cada retomada.
As notas, por assim dizer,
estão todas no piano, mas nada há fora do piano.
É basicamente isso.
O que vive a humanidade
nesse momento, desse lado do véu, é simplesmente o desaparecimento do piano,
sem desaparecimento das notas musicais, mas, ao contrário, a gama é infinita.
Ela não está mais limitada
pelo instrumento.
Então, é claro, para
realizar isso, é preciso que a própria consciência, e não o mental discursivo,
encare isso como uma possibilidade muito plausível.
Não se trata de crer porque,
enquanto isso não for vivido, permanecerá apenas como um sonho, mas quando
acontecer, o sonho não existirá mais.
Será a Verdade que a
Consciência poderá viver.
Mas ela poderá vivê-la
apenas se ela mesma considerou, já, aí onde vocês estão, que isso é plausível.
É claro, existem indicadores
dessa consciência indo para o Ilimitado, chamados Vibrações, chamados chacras,
chamados Energia.
Então, é certo que algumas
Consciências que vivem essas Energias aproximam-se do limite da prisão e
começam a vislumbrar o que está do outro lado.
A passagem do limitado ao
Ilimitado representa, entretanto, um desafio para a Consciência porque,
obviamente, por força de estar fechada, a consciência, poder-se-ia dizer,
acostumou-se, na falta de gosto, e ali estabeleceu próprios valores de
referenciais, metadados, nos quais ela própria evolui.
Então, guardem presente, na
consciência, que a passagem para o Ilimitado, lá onde não existem mais regras,
leis, é possível e plausível, será muito útil à própria consciência, no momento
vindo.
Foi frequentemente dito, em
muito numerosas tradições, por inúmeros neófitos, que lhes é feito,
efetivamente, segundo sua fé.
Eu não falo da fé absoluta
de uma Crença, mas de uma fé bem mais ampla, superando amplamente o âmbito dos
condicionamentos das religiões ou das Crenças.
É justamente essa fé no
absoluto do Espírito que permitirá, no momento desejado, imergir-se nesse
Ilimitado.
Em resumo, para dizer-lhes
que a Liberdade, que é frequentemente exprimida pelo ser humano como um desejo,
um anseio, é bem frágil, comparada à Liberdade do Ilimitado que vai se abrir a
nós.
É preciso, portanto,
literalmente, preparar-se, não refletindo sobre isso, mas, efetivamente,
guardando presente, em algum lugar na consciência, que a Liberdade total é uma
possibilidade completamente concebível.
É claro, se agora e já vocês
consideram que isso não pode existir, nem mesmo ser concebível, vocês terão
então muita dificuldade para ali penetrar.
Penetrar no Ilimitado, vocês
sabem, pode fazer-se apenas pelo Coração, o que alguns de vocês vivem já, de
calor, de Fogo, de Vibrações, permitindo-lhes já percorrer, mesmo no limite
desse corpo, espaços inéditos que são apenas a prefiguração do que há para
vier.
A Liberdade é, portanto,
assimilável ao que vocês são capazes de pensar em criar.
Não há mais limites nos
Mundos da Liberdade.
O único limite é unicamente
induzido por sua própria Criação e não depende mais do que quer que seja de
exterior a vocês, seja um corpo, um sistema, um dogma, uma Crença ou o que quer
que seja mais.
Essa Liberdade passa, é
claro, por outra palavra e outro conceito importante, que alguns de vocês
descobrem já nessa limitação, que é a autonomia.
De fato, tornar-se autônomo (ainda que esse lado do véu onde vocês estão seja uma
pálida cópia do que é a autonomia na Liberdade) é já um primeiro passo.
Porque, se vocês não
conseguem ser autônomos, se a Vibração de sua consciência não os torna
autônomos, agora e já, desse lado do véu, vocês terão muita dificuldade para ir
para sua autonomia nos Mundos da Liberdade.
Assim, portanto, os tempos
que se vivem atualmente são a ocasião única, pela própria presença da Luz e das
Vibrações que percorrem seu corpo e sua consciência, para começar a viver a
autonomia e espaços de Liberdade e preparar-se, de algum modo, diretamente, ao
nível da consciência, para a Liberdade.
A Liberdade não está no
mental, é claro, ela não está na capacidade para pensar.
A Liberdade está na
capacidade para criar sua própria realidade, quando não existe mais qualquer
limite, qualquer condicionamento.
A autonomia é também isso.
As palavras que pronunciei,
que continuo a pronunciar são simplesmente destinadas a isso, fazê-los
questionar, mas um questionamento que não é destinado a fazer girar sua
atividade mental, mas, bem mais a, justamente, transcendê-la e obrigar sua
consciência, já, a supor e a explorar esse aspecto ilimitado, esse aspecto de
Liberdade e de autonomia.
Foi-lhes frequentemente
solicitado, também, por numerosos intervenientes, para entrar no Interior de
si, meditar, alinhar-se, recentrar-se, Vibrar porque é, efetivamente, a melhor
preparação para ir facilmente para sua autonomia, sua Liberdade.
Como vocês sabem, isso pode
realizar-se apenas no Coração, mas não o Coração imaginado, não o Coração que
crê, mas efetivamente a Vibração da própria Consciência por si mesma.
Essa Liberação será, para
cada um de vocês, diferente, e será função, isso vocês sabem também, de suas
Vibrações, mas de sua capacidade, em sua consciência, para vislumbrar,
justamente, essa Liberdade infinita e essa autonomia infinita.
É claro, qualquer que seja
seu caminho nesta vida que vocês percorrem, nós vivemos e vocês viveram, todos,
certo número de circunstâncias e as circunstâncias de nossas vida sempre foram,
de algum modo, desafios a transcender, a superar, mais ou menos facilmente.
É o mesmo para o que chega
hoje, porque a Luz que chega, e que se derrama agora e já, vem, literalmente,
se vocês estão de acordo, tirar vocês, e é o que vocês realizam, vocês mesmos,
ela vem mostrar-lhes e fazer ressoar em vocês, se vocês estão prontos.
O Coração é, portanto, esse
apelo do Ilimitado da Liberdade e da autonomia.
Ali responder não pode,
portanto, encontrar outro suporte que a Vibração, como lhes foi dito, porque
nenhuma Crença, nenhuma certeza exterior, nenhum humor os preparou para viver o
que vem e não os preparará, aliás, para vivê-lo.
Somente o Coração pode
fazê-lo, porque o Coração é o único elemento que, na estrutura limitada desse
corpo e dessa alma que nós percorremos, é a única região, o único lugar da consciência
capaz de viver o Ilimitado e a autonomia.
É para isso que,
efetivamente, todas as manifestações se produzem em suas estruturas e, em
particular, ao nível dos lugares nos quais numerosos intervenientes atraíram
sua atenção e sua consciência, são os únicos lugares que lhes permitirão
efetuar essa Passagem, em parte realizada, mas efetuá-la inteiramente, com o
mais de leveza possível.
A Liberdade, no sentido
espiritual, portanto é, pelo momento, totalmente desconhecida, uma vez que,
mesmo os maiores Seres que colocaram seus pés sobre esta Terra, que viveram um Despertar autêntico,
voltaram nesse corpo e, portanto, na limitação e foi necessário transcrever, de
um modo ou de outro, procedente, obviamente, dos próprios condicionamentos de
cada um, expresso, de um modo ou de outro, manifestado de um modo ou de outro,
graças às ferramentas à disposição, exprimir, manifestar o que havia sido vivido.
Ao mesmo tempo sabendo,
pertinentemente, que, assim que a experiência do Outro Lado é descrita, ela se
torna necessariamente limitada e corrompida, de algum modo, porque,
necessariamente, a Consciência Ilimitada é extremamente limitada nesse mundo para
exprimir a experiência do Ilimitado.
É mesmo um grande desafio
conceituar, escrever, como puderam fazer grandes neófitos, o que e se refere a
esse Ilimitado.
Mas, hoje, a humanidade
chegou, coletivamente, a esse instante.
É claro, quanto mais vocês
forem, individual e coletivamente (como foi o caso
com a realização do veículo Ascensional coletivo chamado Merkabah)
capazes de elevar-se, pela Vibração e pela consciência, mais a passagem para o
Ilimitado poderá acontecer extremamente, não facilmente, mas extremamente na
suavidade.
Vocês devem, portanto, já,
agora e já, e com relação às Vibrações e aos níveis de consciência que vocês
vivem, começar, realmente, a se desincrustrar da limitação, das limitações
desse mundo.
O papel do Coração e da
Consciência, ao nível da Luz que transforma sua consciência e seu corpo é
absolutamente fenomenal, nesse sentido que muitos intervieram solicitando-lhes
para ir para essa humildade, essa simplicidade.
Porque, paradoxalmente,
quando se está desse lado do véu, na encarnação, há também uma espécie de
reversão que faz crer que o que está em outro lugar é extremamente complicado
porque, efetivamente, o que se conhece e experimenta torna-se,
progressivamente, cada vez mais simples e, o que não é experimentado, ou desconhecido,
aparece como complexo.
Ora, é exatamente o inverso
que será para viver.
Aí está, portanto, o sentido
do questionamento que eu queria fazer levantar em vocês, eu repito, não para
arrastá-los nas reflexões e cogitações, mas, bem mais, para fazer levantar em
vocês esse questionamento que lhes permitirá, no momento vindo, ali responder,
justamente, pela experimentação.
Mas, dado que vocês são
Criadores, se vocês não têm esse questionamento, isso não quer dizer que vocês
não passarão no Ilimitado.
Isso quer dizer que,
simplesmente, a duração da Passagem e a intensidade dessa Passagem poderão ser
profundamente diferentes.
Lembrem-se de que o
Conhecimento do Coração é resposta, mas, para que ali haja resposta, é preciso
que haja pergunta e que essa resposta a essa pergunta seja evidência, mas ainda
é preciso que haja adequação entre a pergunta e a resposta, ainda que ela se
faça natural e espontaneamente no Coração.
Porque, onde se coloca sua
Consciência, no Ilimitado, ali vocês vão.
Não há limite de gamas de
frequência, de corpo.
Assim, colocar-se a questão
do Ilimitado e levar sua consciência no Ilimitado, quando da Passagem, os
conduzirá ao Ilimitado com certeza.
Não é, portanto, uma
cogitação ou um questionamento que deve torturá-los hoje, mas, simplesmente,
estar colocado no bom lugar e no bom momento, correspondendo a esse mecanismo
de Passagem do limitado para o Ilimitado, o que eu chamaria, como foi chamado,
a última Reversão.
Seja como for, eu os
agradeço, meus Irmãos e minhas Irmãs, por sua atenção.
Se há, com relação a esse
mecanismo e unicamente com relação a isso, se efetivamente o quiserem, algo a
esclarecer, então eu o esclarecerei.
Pergunta: essa noção de
autonomia difere do Abandono à Luz?
A autonomia e a Liberdade de
que falei concernem, como eu disse, ao domínio do Espírito ao qual vocês não
estão ainda presentes.
O Abandono à Luz concerne a
mecanismos a viver desse lado da limitação.
O que lhes falei não lhes
concerne ao agora, mas concerne, exclusivamente, ao momento da Passagem e ao
momento de sua chegada nessa Ilimitação.
Vocês não podem realizar a
Liberdade agora.
Vocês não podem realizar a
autonomia agora.
Vocês podem apenas ter disso
fragmentos.
O Abandono à Luz,
desenvolvido pelos Arcanjos, e a integração
da Luz, concernem a vocês, desse lado desse mundo, desse véu, na encarnação.
O que falei é destinado, eu
o disse, parece-me, a esse momento privilegiado, preciso, que é a Passagem e após
a Passagem.
É toda a diferença.
Pergunta:
isso corresponde a uma diferença de etapa?
Isso corresponde a uma
diferença de espaço e de tempo.
Eu falo a vocês, portanto,
por antecipação, para que isso esteja presente em sua Consciência, do que não
está ainda presente, mas que corresponde a um tempo que vem.
Pergunta:
você expôs esse princípio de Criação para que se inclua esse novo possível a partir
de agora?
Eu efetivamente esclareci, e
isso se junta à questão anterior, absolutamente não.
Vocês são capazes de criar
uma árvore?
Vocês são capazes de criar
um Mundo?
Vocês são capazes de criar
um novo corpo?
Não. Absolutamente não.
Chamar de seus desejos é uma
vontade.
Eu efetivamente esclareci,
no quadro de minha intervenção, com relação à autonomia, a Liberdade e a
Criação, correspondia a outro espaço-tempo que não está mais limitado no espaço
e no tempo de sua própria localização nesse corpo.
Pergunta:
seremos acompanhados, quando desse despertar, sem dúvida perturbador, no
Ilimitado?
Isso representa,
inegavelmente, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu estado de
consciência atual, ou Vibratória, que é o mesmo, como foi chamado por um
Ancião, um choque, uma revolução, uma mudança total de paradigma.
O único acompanhamento
possível, eu repito, é a própria Consciência.
A Luz é onipresente,
portanto, pode-se dizer que vocês serão acompanhados pela Luz.
Mas, lembrem-se de que o que
falei é apenas para fazer nascer, em vocês, em algum lugar num canto de sua
consciência, a recordação do que eu disse, no momento vindo e, em definitivo,
tem apenas muito pouca utilidade imediata, mas uma utilidade certa no que vocês
terão a viver.
Isso não é destinado, eu
repito, a fazê-los refletir mentalmente, mas, efetivamente, para colocar em
vocês, no momento vindo.
Mas eu constato com
felicidade que, como em minha vida, muitos não apreendem o alcance de minhas
palavras.
Mas isso não é importante,
porque o importante é que essas palavras sejam gravadas em vocês, justamente
porque vocês não apreendem delas o alcance hoje.
E é exatamente o objetivo.
O que eu disse não é
destinado a ser vivido, nem compreendido agora, mas é destinado a ser
compreendido com o Coração, e vivido no momento vindo.
Em volto a esclarecer.
Não temos perguntas. Agradecemos.
É exatamente o que eu
esperava.
Isso não chama estritamente
qualquer questão, porque o que eu disse, eu repito, não se aplica ao que vocês
vivem agora e, portanto, vocês não têm qualquer meio para resolver a equação na
limitação na qual vocês estão.
Assim, eu os agradeço por
sua atenção, após ter esperado fazer nascer, em vocês, não questionamentos, mas
um ponto de interrogação, o que não é de modo algum a mesma coisa.
Eu vejo que esta missão está
cumprida e eu lhes digo, talvez até um desses dias.
O objetivo, meu objetivo,
não é o mesmo que o dos outros intervenientes, vocês compreenderam, ao menos eu
o espero.
Então, meu Amor os acompanhe
e não se preocupem, porque isso está gravado em vocês e isso se apresentará a
vocês no momento vindo, e o momento ainda não chegou completamente.
Então, até uma próxima vez,
quando o momento tiver chegado.
Até logo.
Nota: IRMÃO K não quis dar seu nome, como o indica ele
mesmo.
Obrigado, portanto, por não
nos contatar sobre isso.
Nós não temos outros
elementos para comunicar.
Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado
por fazer do mesmo modo, se deseja divulgá-lo, reproduza a integralidade do
texto e cite sua fonte:www.autresdimensions.com.
Versão do francês: Célia G.
Via: http://leiturasdaluz.blogspot.com


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