Mensagem publicada em
18 de setembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.
Eu sou Anael, Arcanjo.
Bem amados Filhos da Luz e bem
amadas Sementes de Estrelas, todas as minhas Bênçãos acompanhe-os.
Eu venho, nesse espaço, para
responder às suas interrogações e aos seus questionamentos concernentes ao que
se vive em sua consciência.
Então, eu os escuto.
Questão: qual é o meio de
conectar-se ao Canal de MARIA?
Bem amada, o Canal que se instala
(de comunicação, entre cada Alma humana em encarnação e MARIA) não se
estabelece por qualquer ação de vocês mesmos, mas, efetivamente, pela Presença
de MARIA ao seu lado.
Não há, portanto, em relação a
isso, questionamentos ou interrogações ou mecanismos precisos a implementar.
Essa comunicação estabelece-se
rapidamente, doravante, para cada Alma.
Alguns a percebem, outros ainda
não.
O canal estará perfeitamente
constituído no momento vindo, no momento oportuno.
Trata-se, primeiramente (como isso
foi chamado), de um Canal de comunicação, ou seja, de uma estrutura Vibratória
que se coloca em ressonância direta com o que é chamado o Antakaranah ou Corda
Celestial.
É nesse Canal, especialmente
forrado de Partículas Adamantinas, que intervirá MARIA.
Agora, esse Canal de comunicação é,
antes de tudo, para vocês, uma Presença (uma percepção Vibratória de uma
Presença), que se desenrola entre sua cabeça, seu braço esquerdo, no lado
esquerdo do rosto também.
Mas não é, para vocês, a ocasião de
comunicar-se, de maneira específica, com MARIA.
A comunicação é, eu diria,
unidirecional quanto ao que será permissível ouvir.
Agora, a percepção da Presença,
alguns de vocês já vivem.
O mais importante é essa Presença
que já é, por si, um caminho de comunicação (e não de palavras, e não de
imagens projetadas), simplesmente, a percepção dessa Presença.
A um dado momento (e como eu o
disse: no momento oportuno), esse Canal estará perfeitamente constituído, tanto
no conjunto da Terra como no conjunto de cada consciência humana encarnada.
Questão: o papel dos Mensageiros de
Maria, hoje, vai evoluir diferentemente?
Bem amada, aqueles que foram
nomeados, há alguns anos, os Mensageiros de Maria, eram, de algum modo,
Ancoradores da Luz de MARIA.
O trabalho deles está, doravante,
concluído.
Ele permitiu, pela Presença de
algumas Almas, favorecer, de algum modo, o estabelecimento desse Canal de
comunicação na humanidade.
Questão: após a chegada de Cristo,
a Merkabah Interdimensional continuará existente e sua função continuará a
mesma?
Sim, apenas ela será, de algum
modo, magnificada pela instalação de CRISTO ao centro mesmo da Merkabah, tanto
a sua como a da coletiva.
Questão: existe uma Merkabah
Interdimensional por Dimensão?
A construção da Merkabah
Interdimensional (como vocês constataram nesse plano em que estão) constituiu e
demandou certo número de Presenças humanas, certo tempo e desenrolou-se em
certo tempo também.
Nesses Espaços Unificados e
Multidimensionais, a Merkabah não tem necessidade de ser coletiva, no sentido
(na medida) em que a Luz Vibral é onipresente e constitui o apoio das
Dimensões.
Questão: quando se vive uma
experiência de Luz, mas não bem sucedida, ela deixa, de qualquer forma, traços
ou não (na aplicação do princípio Hic e Nunc)?
Bem amada, cada experiência de
acesso à Luz é diferente para cada um que a vive.
Todas as reações e todas as
integrações são possíveis, desde a ausência de integração até uma quase
totalidade da integração da experiência.
A diferença situa-se, unicamente,
no modo Vibratório percebido nesse instante presente, e não em referência ao
instante vivido.
Convém, contudo, aceitar e
compreender que a maior parte das experiências de Luz concerne tanto a um
mecanismo de saída do corpo à Existência (mas, mesmo ao nível do mundo astral,
como foi o caso com as experiências de morte iminente), experiências da Luz
nesse corpo (realmente vividas, precedendo a dissolução), se não são conduzidas
ao seu termo.
Isso consiste, simplesmente, na presença
na Alma que a vive, de um medo importante.
Questão: quando uma nova ocasião se
apresenta de reviver essa experiência, volta-se ao ponto de partida ou a
experiência passada é adquirida, como um patamar seguinte?
Não há patamares.
Há Unidade ou há Dualidade.
Na resultante, a intensidade da
experiência vivida é, simplesmente, uma impressão nos veículos inferiores.
Essa impressão é mais ou menos
marcada, mas não é a Unidade.
Não há, portanto, que se colocar a
questão de reencontrar o mesmo estado uma vez que, de qualquer modo, cada
experiência de Fusão com a Luz (de dissolução na Luz) é vivida, de qualquer
modo, de maneira diferente.
Não há gradação.
Há abertura do Coração ou não há
abertura do Coração.
O Coração não pode ser aberto pela
metade ou em um quarto.
Ele pode estremecer quando de
algumas experiências, mas, enquanto a bainha que encerra os chacras ao nível do
Canal do Éter não é rompida, não há Unidade.
A instalação da Vibração da Porta
KI-RIS-TI (realizada pelo Senhor METATRON) veio, de algum modo, afrouxar essa
bainha que encerra o chacra do Coração, permitindo e propiciando uma
possibilidade maior de passar a Porta Estreita.
Mas, enquanto essa bainha existir,
não há acesso à Unidade.
Não pode existir pela metade ou um
quarto.
Ela está presente ou Ela está
ausente.
Existiu certo número de elementos
que potencializam e preparam a Abertura da Coroa Radiante do Coração: seja –
num primeiro tempo – através das cinco Chaves Metatrônicas.
Em seguida, ao nível da instalação
das Estrelas (e da Coroa Radiante da cabeça).
Em seguida, pela própria instalação
do Triângulo da Nova Tri-Unidade.
Em seguida, pela conexão à Merkabah
Interdimensional coletiva.
Em seguida, pela Revelação da Luz
(passando de Estrelas a Portas e, em seguida, pela Porta KI-RIS-TI).
E, na finalidade, pela instalação
dos quatro Pilares.
O conjunto desses processos foi
destinado a aproximar a Luz Vibral de sua consciência comum.
O conjunto desses processos
representa uma trama matricial de Liberação, em ressonância com a Abertura do
Coração.
Questão: e as almas que não teriam
contatado o Corpo de Existência antes de 26 de setembro?
O mais importante não é sair ou
partir no Sol, mas estabelecer a dissolução, mesmo nesse Templo, desse corpo.
Lembrem-se, como foi, aliás,
lembrado pelo Comandante dos Anciões (ndr: Omraam Mikaël Aïvanhov): o conjunto
da humanidade será Liberado e libertado da Sombra.
Simplesmente, a diferença situa-se
ao nível do que eu chamaria os mecanismos da Alma.
Algumas Almas têm necessidade de
existir e de manifestar experiências em mundos carbonados.
Outras estão prontas para viver,
inteiramente, o Espírito.
Mas o mais importante não é sua
evolução, uma vez que, de qualquer modo, toda consciência humana é, definitivamente,
Liberada.
Há, apenas, uma diferença de
destino, mas que não é nem mais valorosa ou menos valorosa, uma vez que, em
definitivo, sua Vibração exprime, simplesmente, a polaridade da Alma ou a
polaridade do Espírito.
Questão: viver um estado de
dissolução é a mesma coisa que viver o acesso à Existência?
A Existência e a dissolução não são
os mesmos processos.
São, ambas, acessos à Unidade.
O princípio de dissolução é um
princípio de dissolução na Luz Branca.
É a dissolução do Espírito no Tudo.
É o marcador, assim como o acesso
ao Corpo de Existência no Sol.
Uma ou outra dessas duas
experiências confere o estado Unitário.
Os momentos em que a consciência
não existe mais, não sabe mais onde estão seus marcadores (tanto nesse corpo
como nessa vida) são momentos de dissolução, que se acompanham da imersão na
Luz Branca.
Questão: quando se sentem pulsações
cardíacas ao nível das costas, ao nível do ponto KI-RIS-TI, pulsações bastante
violentas, qual é o impacto dessa experiência?
A percepção das Portas e, em
particular, a Porta KI-RIS-TI corresponde, também, exatamente, ao que eu disse
antes, sobre a ativação da Coroa Radiante do Coração e o acesso à Unidade, pelo
caminho de dissolução ou de penetração no Corpo de Existência.
Há Almas – como nós já
especificamos – para quem é preferível não ir ao Sol, imediatamente, se não,
não haveria retorno algum e, como nós sempre dissemos, nós temos necessidade de
vocês – os Semeadores e os Ancoradores de Luz – até o fim desta Dimensão.
Questão: é ainda normal sentir
laços ao nível dos tornozelos e dos pulsos?
Bem amada, existem, também, algumas
Almas para quem será melhor ter duas vezes do que uma.
O que é válido para o conjunto da
coletividade deixa persistir – vocês podem imaginar – Almas específicas que têm
necessidade, ainda, de manter esses laços.
Questão: a que corresponde a
impressão de não mais sentir o corpo e ver uma Luz prateada, branca, que oculta
tudo?
Às primícias da dissolução na Luz.
A um dado momento, não existirá mais
do que isso.
Não haverá razão alguma, naquele
momento, para reencontrar o que quer que seja mais do que isso.
O objetivo não é explicar o que
vocês viveram como experiência de Luz, mas, antes, tentar explicar por que
vocês voltaram.
Quem espera a explicação é o ego, e
sempre o ego.
Eu repito a resposta: o importante
não é a experiência tal como pode qualificá-la o ego ou a pessoa, mas,
efetivamente, colocarem-se a questão: porque vocês voltaram?
Eu não pedia resposta.
Eu gostaria de fazê-los interrogarem-se
sobre o porquê vocês colocam esse gênero de questão (sobre o que vocês vivem na
Luz) e por que vocês não se colocam a questão de por que vocês ali não
permanecem.
O interesse está nesse nível e não
pôr nomes no que o ego desejaria apropriar-se.
Eu não faria essa questão, mas eu
lhes peço que a façam a vocês.
Questão: a Vibração sentida no
ponto ER do Coração é idêntica à Vibração da Coroa Radiante do Coração ou
existem vários aspectos na Vibração do Coração?
Existem múltiplos, ligados aos
diferentes Samadhi possíveis e às diferentes Portas de entrada no Coração.
Assim, o ponto ER corresponde a uma
estrutura específica no Coração.
Ele confere a capacidade de
irradiar, na Fonte, e que é, indiscutivelmente, ligada ao Coração e à Abertura
do Coração, do mesmo modo que alguns de vocês vão perceber os pontos chamados
de Enraizamento da Alma e do Espírito ou, outros, o ponto KI-RIS-TI.
Trata-se do mesmo processo.
As Portas de entrada são
diferentes, mas essas Portas de entrada traduzem, também, uma vivência
diferente de diferentes etapas chamadas Samadhi ou Paz Interior.
São processos Vibratórios que
concorrem para o estabelecimento da Coroa Radiante do Coração.
Não vou voltar sobre o que havia
sido desenvolvido por alguns Anciões, concernente, especificamente, às
diferentes percepções que correspondem aos diferentes Samadhi.
O objetivo é, certamente, chegar ao
que é chamado o penúltimo Samadhi (que prefigura o Maha Samadhi), ou seja,
perceber o Fogo no Coração, acompanhado de um Amor que consome.
Mas, obviamente, existem etapas –
ditas intermediárias – ou patamares que se manifestam pela percepção ou de
pontos, ou de Vibrações, ou de calor, ou de pressão ao nível do Coração, ou
segundo a linha que se estende de ER aos dois chacras de Enraizamento da Alma e
do Espírito, ou ao Triângulo da Nova Tri-Unidade, ou, doravante, ao ponto
KI-RIS-TI.
A consciência, portada sobre esses
pontos percebidos, desencadeia o Fogo do Coração.
Questão: qual é o impacto da queda
que tive hoje?
Bem amada, o impacto em qual
sentido?
Trata-se de um significado que é
pedido?
Qualquer queda assinala a
necessidade e a Liberação de algo, necessidade de Liberação e Liberação.
Há algo que, no plano simbólico –
e, por vezes, físico – deve quebrar-se, que corresponde, efetivamente, a uma
Liberação de algumas coisas presentes na personalidade e na Alma.
Não é questão de definir o que é
quebrado.
O principal é que o seja.
Questão: para que o ego não volte a
apropriar-se de uma experiência, é melhor, naquele momento, permanecer no
Silêncio (Silêncio de palavras, Silêncio Interior), no Hic e no Nunc?
Esse é, exatamente, o tipo de
resposta que vocês deveriam dar-se, no interior de si mesmos, quando vocês
vivem esse gênero de coisas.
Toda projeção de uma experiência no
exterior dissipa-a.
O que não quer dizer que não seja
necessário comunicá-la, mas que o sentido e a interrogação que vocês levam
sobre a experiência afastam-nos da experiência.
Lembrem-se de que o acesso à
Unidade e à dissolução não é um questionamento, mas, efetivamente, uma
resposta.
Questão: afirmar: «Aqui e Agora, eu
chamo o Fogo do Espírito», desenvolve Hic e Nunc?
Nenhuma afirmação conduz à Unidade.
É, justamente, a ausência de
afirmação que conduz à Unidade.
Isso se chama, como eu o defini, o
Abandono à Luz.
Questão: quando se sente a Vibração
de vários pontos, ao mesmo tempo, há uma prioridade a dar na focalização de um
desses pontos?
Essencialmente, os pontos do
Coração, doravante (ndr: as Quatro Portas desenvolvidas na semana de 11 a 17 de
setembro, por diferentes intervenientes e transcritas na rubrica «protocolos a
praticar» de nosso site). Mais o ponto ER.
Questão: por que todos os pontos do
Coração, mas não o chacra do Coração, o ponto IS?
O chacra do Coração é parte desses
diferentes pontos.
A arquitetura do que é chamado o
chacra do Coração, em seu modo multidimensional (e não, simplesmente, etéreo),
compreende o conjunto de pontos de que falei.
Não temos mais perguntas.
Agradecemos.
Bem amadas Sementes de Estrelas, eu
rendo graças por sua Presença e por suas questões.
Eu lhes transmito, portanto, toda a
Consciência do Amor e da Comunhão entre nós e digo-lhes até um próximo dia, no
Amor.
Até breve.
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