Mensagem
publicada em 13 de novembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.
Bem, caros amigos, estou
extremamente contente por reencontrá-los.
Vamos tentar, juntos, caminhar
através das diferentes questões que vocês têm a fazer-me e que, é claro, podem
servir uns aos outros, em relação à época formidável na qual vocês entraram
agora, na qual vocês vivem.
Então, caros amigos, de imediato,
eu os escuto e escuto o que vocês têm a perguntar-me.
Pergunta: como fazer para integrar as
próprias zonas de sombra e seus lados negativos?
Cara amiga, a resposta que vou dar
foi diferente há algum tempo.
Hoje, a quantidade de Luz que se
deposita em vocês, sobre a Terra (sobre o manto da
Terra, como foi dito há pouco tempo, e não unicamente no Céu), essa Luz age no Interior de vocês.
É claro, em alguns casos, ela virá
iluminar as coisas que vocês não têm, verdadeiramente, vontade de ver.
Mas essas coisas não requerem, como
dizer..., uma reação da personalidade.
Não é porque a Luz vem mostrar-lhes
as últimas zonas de sombra que podem existir no Interior de vocês, que seja
necessário arregaçar as mangas e dizer que se vai trabalhar nisso.
O que lhes pede a Luz é, simplesmente,
deixá-la trabalhar no Interior de vocês.
O que isso quer dizer?
Isso quer dizer que nada há a
fazer.
Isso não quer dizer, é claro, que
não seja necessário trabalhar.
O único trabalho que vocês têm a
fazer, agora, é, justamente, deixar fazer, ou seja, não querer fazer e deixar a
Luz, a Vibração, as Partículas
Adamantinas trabalharem no interior da estrutura desse corpo, dessa
personalidade, de maneira a que a
transmutação da Luz seja completa em vocês.
Vocês não têm que culpar, vocês nada têm a pedir, vocês têm que Ser.
E, para Ser, é necessário, sobretudo, nada fazer.
Portanto, não é como fazer; é
aceitar que a Luz mostre-lhes o que, até o presente, vocês não haviam visto,
sem culpa, sem negação, tampouco, mas, simplesmente, aceitando o trabalho da Luz que se realiza em cada um, hoje, sobre esta
Terra.
Vocês sabem, a Luz penetra.
Ela penetra onde está aberto, ou seja, onde Ela pode.
Portanto, se vocês percebem a Luz
em alguns momentos (seja pelas Vibrações, seja nos
Alinhamentos, seja em momentos específicos de sua vida), é evidente que,
naquele momento, há uma abertura, em algum lugar, seja na cabeça, seja no
chacra do Coração, seja no triângulo do sacrum, não é?
Naquele momento, a Luz vai penetrar
por um desses pontos e, conforme o local onde ela penetra, ela pode, portanto,
ou fazer vibrar o Coração, ou descer para o Coração, ou voltar a subir para o
Coração.
Vocês nada têm a fazer.
Vocês têm apenas que deixá-La agir, porque o que age, nesse momento, não é sua vontade pessoal, não é,
tampouco, a vontade de bem, isso, nós já explicamos.
É necessário deixar trabalhar a Graça e a ação de Graça.
Hoje, vocês estão numa época em que
nós demos, uns e outros, nesse período específico, elementos que lhes permitem
viver a Comunhão e a ação de Graça.
Então, se a ação de Graça está aí, em alguns momentos,
quando vocês levam sua Atenção, sua
Intenção, quando vocês estão alinhados, porque é que Ela não agiria, nos
momentos em que vocês têm subidas, como vocês dizem, de sombra ou de
manifestações de sombra que lhes explodem na cara (sejam
suas sombras Interiores ou sejam os últimos limites impostos pelo mundo
exterior)?
Vocês, sobretudo, nada têm a fazer.
Isso não quer dizer ficar
desocupado, porque, para deixar fazer e para deixar agir a Luz é a
demonstração, justamente, de que vocês aceitam a Graça e de que vocês aceitam a ação e o trabalho da Luz em vocês.
É o famoso Abandono à Luz, de que falava o Arcanjo ANAEL e de que outros Anciões,
entre nós, já lhes temos falado.
O período é extremamente importante
para compreender isso: que quanto mais
vocês deixam a Luz trabalhar em sua vida, no interior de seu corpo, mais a ação
da Graça vai manifestar-se e mais
tudo se fará de maneira simples e evidente, mesmo se, para isso, seja necessário quebrar algo no corpo ou quebrar
um apego específico.
Vocês não têm que culpar, mas, simplesmente, acolher a ação da Luz
porque, se vocês a deixam trabalhar, o que quer que aconteça à sua vida, a esse
corpo, à sua personalidade, vocês o viverão numa forma de serenidade Interior
e, efetivamente, numa fluidez e numa ação de Graça.
Porque, quem é que pode recusar a
Luz?
Quem é que pode pôr em rebelião,
durante este período, se não são, efetivamente, os restos da personalidade que
quer lutar, que quer compreender, que quer apreender-se de algo que não tem que
se apreender, mas que deixar trabalhar.
Portanto, o melhor modo de fazer é
deixar fazer, porque a Luz É, de qualquer modo, muito mais Inteligente do que a
personalidade, qualquer que seja, como vocês chamam isso..., o Q.I.
O Q.I. não se importa com a Luz.
Mas a Luz, tampouco, não se importa
com o Q.I.
Felizes os simples de espírito, não
é?
Sobretudo durante este período.
Pergunta: há uma relação entre o ponto IM/AL e a Cadeia do Himalaia?
Há, é claro, uma ressonância
Vibratória.
Os Himalaia, como vocês sabem, em
alguns povos, são, de algum modo, o que se chama o eixo do mundo, ou seja, o
eixo que deveria estar em ligação e em conexão direta com o eixo da Luz, não
mais desviada, falsificada pelo que foi chamado o eixo ATRAÇÃO-VISÃO, mas, efetivamente, pelo eixo AL-OD.
E vocês, efetivamente, observaram,
com justa razão, que no IM, AL, Aia
há algo que soa como específico, não é?
Mas há, também, Aia.
Aia, que os remete a outra coisa.
Mas eu não me estenderei sobre
isso.
É, efetivamente, um eixo específico
do mundo, no qual a Luz deveria estar, de algum modo, não mais falsificada, mas
retificada, ou seja, não mais oblíqua, mas direta.
Não é por acaso que essa região
foi, também, chamada, nas diferentes tradições, o eixo do mundo, não é?
Pergunta: qual é a melhor atitude a ter na
relação com os outros?
Então, aí, caro amigo, creio que
isso foi exprimido há muito pouco tempo, a relação entre si e todos os outros,
seja na família, seja no trabalho, seja em qualquer relação.
Até o momento, vocês estavam na
comunicação ou na não comunicação.
Comunicação fácil ou, então,
comunicação difícil, quando havia o que se chama de conflitos.
A comunicação, como foi dito, é
sempre unidirecional; ela concerne a dois seres.
Mas lembrem-se de que vocês têm a
possibilidade, agora, de substituir a comunicação e a relação pela Comunhão, ou seja, estabelecer uma
ressonância Vibratória que vai fazer-se de Coração a Coração, ou seja, que vai,
de algum modo, eliminar em um como no outro as resistências da personalidade.
Há dois seres (então, pode-se tomar, por exemplo, um marido e uma
mulher, pode-se tomar um irmão e uma irmã, ou pouco importa a relação que
exista): se a relação coloca-se ao nível da comunicação, com regras
estabelecidas (por exemplo, o pai que terá a
autoridade sobre o filho ou no casal, aquele que quer dirigir e comandar),
o que é que vai acontecer?
Haverá atritos, porque a relação
que é estabelecida, nesse nível, decorre de circunstâncias morais, sociais,
educativas, que são consensuais (em todo caso, que
eram consensuais, até o presente).
E vocês observarão, hoje (e como vocês o observam por toda a parte sobre a Terra),
que há seres que recusam, agora, esse consenso do poder de alguém sobre si.
E isso pode traduzir-se por
conflitos, é claro, e isso existe por toda a parte sobre a Terra, atualmente.
Mas esse conflito, que se observa
nas sociedades, vive-se, é claro, nas relações a dois e, naquele momento, vocês
devem lembrar-se de que, mesmo se com a pessoa que está diante de vocês (qualquer que seja o papel hierárquico, afetivo, moral,
social em relação a vocês, ou profissional, pouco importa, uma relação,
qualquer que seja a qualidade dessa relação e dessa comunicação), vocês
substituem essa zona de resistência, de atrito, de conflito, ou mesmo de
harmonia, por uma Comunhão de Coração a
Coração, Vibratoriamente.
O que vai acontecer?
Bem, naquele momento, não poderá
mais haver desacordo.
Então, é claro, num primeiro tempo,
aquele que está, como dizer..., amarrado, confinado em certezas ligadas à
Dimensão confinante e que recusa esse gênero de Comunhão, vocês não são obrigados a dizer-lhe: «vamos
Comungar de Coração a Coração».
Mas, se vocês são capazes de entrar
em seu Coração e de pensar em seu Coração e saber que o outro, que os agride ou
que os ama (pouco importa, é a mesma coisa),
portanto, que é exterior a vocês (se ele os ama,
ele é exterior, ele quer fusionar com vocês – se ele não os ama, ele quer
quebrar-lhes a cara, não é? ou outra coisa, pouco importa), se vocês
entram em seu Coração, vão aperceber-se de que o outro está no interior de
vocês e que a Comunhão poderá estabelecer-se.
Então, mesmo se isso possa parecer,
nos primeiros instantes da comunicação, mais tenso, mais violento, vocês se
aperceberão, muito rapidamente, através da repetição dessa Comunhão, sem nada
querer do outro (não é questão de querer agir sobre
o outro, uma vez que o outro está no seu Interior), simplesmente,
estabelecendo essa Comunhão, através dos três pontos de Comunhão que foram
dados há pouco tempo (nota:
ver a seção «protocolos»).
Isso lhes foi repetido.
Eram os três pontos da Nova Tri-Unidade.
Vocês poderão entrar em ressonância
com o Amor que está em face de vocês, ou com o inimigo que está em face de
vocês, porque é o mesmo princípio: princípio
de dualidade ou de Atração, ou de Repulsão (enorme, em caso de inimigo).
Mas eu tomo, de propósito, esse
exemplo porque, na Comunhão, intervém, mais do que todos, o princípio,
justamente, da relação ou da comunicação, ou seja, de Atração ou de Repulsão.
Há a lei de ressonância, que se
leva a efeito e, naquele momento, vocês vão experimentar (qualquer que tenha sido o tipo de relação ou de
comunicação: amorosa ou violenta, odiosa ou dita amorosa, no plano da Dimensão terceira) que vocês vão
passar, concreta e Vibratoriamente, a outra Consciência e a outro nível, no
qual não haverá mais Comunicação, mas haverá uma Comunhão.
E, naquele momento, quando vocês
viverem isso com aquele que está em face de vocês (de
maneira a mais neutra e a mais autêntica), todos os problemas, todos os
problemas de poder, todos os problemas de violência desaparecerão.
Nós lhes demos, há pouco tempo, a
faculdade, durante os alinhamentos, nós não instruímos, nem ensinamos, nós
atraímos sua atenção sobre a possibilidade de estabelecer essa Comunhão em
vocês mesmos, no interior de si mesmos, sem qualquer projeção de desejo.
Naquele momento, vocês vivem o
Amor, ao nível Vibratório, porque vocês se apercebem de que todas as distâncias
que eram ligadas à projeção da consciência (meu
marido, minha mulher, meu inspetor de impostos, meu superior, meus pais, meus
filhos) não existem mais porque, naquele momento, todos os véus caem.
E, quando há essa Comunhão que se estabelece, de Coração a Coração, essa ressonância,
não há mais razão válida, não há mais manifestação do que quer que seja que
seja contrário à Comunhão do Amor.
É isso que vocês estão vivendo, já,
para alguns seres que despertaram para isso e que praticam entre si.
Então, quer isso passe pelos
encontros no outro extremo do planeta, em tal hora, quer isso seja, por
exemplo, por algo que se aproxima, que foi dado por ANAEL, há um ano, que se chama a Nova Aliança, quer isso seja pelo movimento da Nova Tri-Unidade, vocês poderão Comungar (nota: ver a seção «protocolos»).
Do mesmo modo que vocês podem
Comungar com o Sol, comungar com o Universo: é isso que se chama a Unidade.
Naquele momento, não se põe mais a
questão da relação e não se põe mais a questão da comunicação, porque vocês
estão em Comunhão e, em Comunhão, nada há que seja exterior ao
que vocês são e, naquele momento, vocês realizam – e esse será o caso para
muito de vocês que ainda não o viveram – de maneira cada vez mais fulgurante e
fulminante, o acesso à Unidade e ao Si.
E, naquele momento, vocês
compreenderão que, quando nós lhes dizíamos – e, sobretudo, nossos amigos
orientais – que esse mundo que vocês veem é uma ilusão, que é uma projeção,
que, além disso, foi alterado; quando se diz, como os Arcanjos dizem, que eles estão no Interior de vocês, não é
uma visão do espírito.
O vocês quer dizer o Templo.
O que há nesse Templo contém a
totalidade da Criação, sem qualquer exceção.
É a isso que vocês são chamados e é
a revolução final de que eu lhes falo já desde a Fusão dos Éteres, ou seja,
desde o mês de abril, que se desenrola nesse momento, de maneira individual,
cada um em seu ritmo, cada um ao seu modo.
Mas todos os eventos de sua vida,
individuais, coletivos, planetários têm apenas um único objetivo: fazê-los
viver essa Comunhão.
E, mesmo o que eu chamei, há alguns
anos, o planeta-grelha, corresponde, inegavelmente, a esse momento de Comunhão
total com a natureza e a própria Essência
do Ser, que é Luz e Amor.
Mas não Luz e Amor da personalidade, que pensa poder melhorar-se.
Eu lhes falo, aí, do Espírito, ou
seja, do que há no Interior desse personagem que nós todos fomos quando estamos
num corpo.
Nós todos somos mais do que isso.
Então, as palavras, vocês as
conhecem: Sementes Estelares, Filhos da
Lei de Um etc.etc.
Tudo isso não era, como dizer...,
simplesmente, denominações bonitas de ouvir, ou Vibratoriamente eficazes, mas,
também, sua Verdade, nossa Verdade comum, e é isso que se desvenda nesse
momento mesmo.
Então, é claro, com perturbações
mais ou menos importantes porque, vocês podem imaginar, qualquer um que queira,
a todo custo, permanecer na personalidade e que está completamente contente
nessa personalidade, o que ele vai fazer?
Ele vai reagir a essa Luz.
Mas a Luz não reage, Ela Comunga.
E, mesmo se um ser humano não queira Comungar, a Luz Comunga, mesmo
assim.
E não é o problema da Luz se esse
ser vai entrar em reação, em oposição, em contradição total com a Luz, porque a
Luz que pensavam aqueles seres, talvez, não é a Luz tal como ela é nas outras
Dimensões.
Porque, talvez, há alguns Irmãos e
Irmãs que, eles, esperariam viver a Luz num mundo melhor, nessa Dimensão,
depois que os fantoches tivessem sido afastados, não é?
Isso não acontece assim, e aqueles
que já vivem essa Comunhão sabem, pertinentemente.
Por quê?
Porque há, cada vez mais, momentos
em que eles não estão desconectados do real, mas estão no real, ou seja, eles
se extraem, sem querer, porque não é questão de fugir do que quer que seja, mas
de estar, totalmente, aí.
E, quando vocês estão totalmente aí
(nos momentos de Alinhamento, nos momentos de
Comunhão, nos momentos em que o cérebro não pode mais funcionar), o que
é que acontece?
Vocês estão no Fogo do Amor, vocês
estão na Presença do que vocês São, vocês estão no: «Eu
sou Um», vocês
estão na Aliança de Fogo e tornam-se o Fogo.
E esse mundo desaparece, para
vocês.
Não é uma fuga do mundo, é uma fuga
da ilusão, ainda que essa fuga não seja voluntária, uma vez que tudo acontece –
como vocês sabem, e foi repetido, AQUI e
AGORA – nesse Templo, que é o corpo, para aqueles que têm um corpo.
Mas isso acontece, exatamente, para
todos aqueles que morreram há anos e que esperam, eles também, nos planos
intermediários, em bolsas, digamos, astrais, esse momento de Liberação.
Então, é claro, eu os remeto,
também, ao que eu disse: o que a lagarta chama a morte, a borboleta
chama o nascimento.
Há algumas fases que foram
descritas pelos Arcanjos e MIGUEL, que iniciou o período de
desconstrução e, depois, outras palavras que foram empregadas: os
Degraus, as Etapas.
Tudo isso vai levá-los a viver o
que muitos de vocês, a título individual, vivem de maneira mais ou menos
intensa, mais ou menos fácil.
Mas isso se tornará cada vez mais
fácil, a partir do instante em que vocês aceitam voltar-se para si mesmos, não
num ato narcisista, mas, bem mais, na descoberta e na aceitação do que vocês
São, em Verdade, e não do que vocês são na personalidade.
Portanto, a relação com os outros,
a comunicação ou a não comunicação com os outros deve ser substituída pela
Comunhão, porque a Comunhão é o Coração.
É o que lhes permite verificar a
hipótese (que é verdadeira e verídica) de
que, entre o Coração do Um e o Coração
de Todos, não há qualquer diferença.
E, para isso, é necessário vivê-lo,
não basta crer ou enunciar, assim, porque, se vocês não o vivem, se vocês não
fazem essa experiência, para que isso vai servir-lhes?
Para nada.
Pergunta: as borboletas parecem estar
prontas, mas continua-se aqui, por quê?
É uma questão muito interessante,
cara amiga.
Eu vou responder que as borboletas estão extremamente prontas,
uma vez que, eu mesmo disse, já, desde abril: é agora.
Então, o que isso quer dizer, dado
que, até prova em contrário, vocês têm, sempre, certa densidade, não é?
Vocês podem tocar-se, fisicamente,
vocês ainda estão aí e as estruturas em que vivem estão, ainda, aí, não é?
Sim, mas nós dissemos que havia,
sempre, momentos individuais e um momento coletivo.
Ao nível de outras Dimensões, como os Arcanjos já disseram, tudo está
consumado, tudo está realizado.
Todo o mundo espera, de maneira
coletiva, estar num momento zero: puf, de
um único golpe, não há mais nada e há outra coisa que tomou o lugar.
É uma mudança, efetivamente, de
frequência Vibratória.
Mas alguns de vocês já são borboletas (num
corpo de lagarta, concordo).
Mas vocês estão prontos, coletivamente.
Vocês sabem que a massa crítica foi
atingida há muito tempo.
Então, vocês vão responder-me: mas o
que se espera?
Eu vou responder que não somos nós que decidimos, nem vocês.
E nós sempre dissemos isso.
É por isso que nós dissemos que
havia, efetivamente, limites.
Eles são astronômicos, calendários,
porque lhes foram dados por diferentes povos, por diferentes tradições, por
diferentes profecias.
Mas há um elemento essencial: é que
não são nem vocês nem nós que decidimos o momento preciso, coletivo, porque
isso depende de quem?
Da Terra.
A Terra está pronta, também.
Mas vocês saberão, quando é o momento.
Quando é que vocês saberão?
Vocês não poderão mais duvidar disso porque, naquele momento, o Som do
Céu e da Terra – que muitos ouviram sobre o planeta – tornar-se-á permanente.
O Céu, para aqueles que têm a chance de ver o Sol azul, a Lua, também,
que está diferente, e a cor das Partículas Adamantinas, essas luzes brancas que
são visíveis à noite e que começam a arranjar-se, a
alinhar-se, a formar uma treliça de um novo éter, mesmo no exterior, não
unicamente quando vocês estão no leito, no teto, mas no exterior do Céu
Tudo isso está instaurando-se, mas
está pronto.
Nós estamos todos prontos.
Vocês estão todos quase prontos.
A Terra está pronta, mas é ela que
dá o ritmo, nesse âmbito, é claro (como dizer..., e
eu empreguei essa palavra de propósito), de certa elasticidade.
Vocês estão nessa zona de
elasticidade.
Então, aproveitem dela para
aperfeiçoar o que havia sido explicado, há um ano, por SRI AUROBINDO, sobre o choque da humanidade, porque, vocês que
estão prontos, como vocês dizem, de diferentes modos, vocês viverão isso com
extrema facilidade.
A única diferença é que os
momentos, no dia, em que vocês estão desconectados da ilusão desse mundo e
estão conectados à Verdade vão tornar-se cada vez mais importantes.
Mas, a um dado momento, isso será
sincrônico.
Mas dessa sincronia, vocês têm os
elementos, de qualquer forma, que foram importantes, que lhes foram dados: generalização
do Som do Céu e da Terra, Canal Mariano que está cada vez mais
perto e modificação dos sons Interiores, que se tornam cada vez mais potentes
e, depois, Anúncio de Maria.
Isso deve produzir-se nesse
sentido.
Mas, agora, será necessário,
também, que vocês escutem o que vão dizer-lhes os Anciões e as Estrelas, sobre
as diferentes formas possíveis de Ascensão.
Porque não há apenas uma forma.
Há, como foi dito, muito numerosas
Moradas na Casa do Pai.
E por que é que vocês quereriam que
todo o mundo fosse ao mesmo lugar?
Isso, vocês já sabem.
Mas, mesmo nos mecanismos
individuais e coletivos da Ascensão, vocês têm, todos, percepções,
independentemente, é claro, das Estrelas, das Coroas.
A própria Consciência vive-o,
diferentemente.
E tudo isso merece, agora, porque
estamos em pleno interior, certo número de explicações, que serão dadas por
outras pessoas além de mim, durante este final de semana.
Pergunta: a que
corresponde o fato de sentir como um fogo, que queima ao nível da garganta?
É ligado, em geral, à passagem da Porta Estreita, entre o
plexo solar e o chacra da garganta.
Então, há subidas ácidas, porque o
fogo do ego não está totalmente
transmutado.
Enquanto o fogo do ego não está transmutado em Fogo do
Coração (ou seja, enquanto a passagem não é quase
permanente ao nível da Porta
Estreita), os sintomas poderão tornar-se cada vez mais desagradáveis, seja ao
nível físico, ao nível, como alguns disseram, de subidas de sombras ou de ver
as sombras, ou de ver os últimos apegos
que os impedem de realizar essa passagem da Porta Estreita.
A questão que vem após é: «o que fazer?».
Eu respondo, aí também: «nada fazer».
Pergunta: é do mesmo modo para as dores
articulares?
Nenhuma relação.
Não se deve pôr tudo, tampouco, nas
costas da Luz, não é?
Isso seria demasiado fácil.
Em contrapartida, pode-se pôr tudo
nas costas, em definitivo, de resistências da personalidade.
Mas não é uma razão, tampouco, para
culpar.
Pergunta: é correto praticar a Comunhão, tal
como ela foi descrita, de Coração a Coração, em especial durante o período de
Alinhamento, para com um máximo de pessoas, mas sem, contudo, que elas tenham
sido informadas?
Mas a Comunhão, vocês podem
estabelecer com o conjunto do Universo!
Disseram-lhes para começar, de
início, pelas pessoas e fazê-lo em Consciência, o que quer dizer com pessoas
que estão a par, simplesmente, para que a Atenção das duas possa perceber o
efeito dessa Comunhão.
Em seguida, nós havíamos dito que,
num segundo tempo, vocês podem gerá-la sobre o que quiserem: sobre Júpiter,
sobre Alcyone, sobre a Fonte, sobre
uma formiga.
Agora, lembrem-se – e isso é
fundamental – de que a Comunhão não é um ato de vontade.
É um ato de acolhimento e de
abertura para Si.
Portanto, se vocês emitem a Luz
para alguém, é um ato de projeção.
Aí, não é uma projeção, é uma
Intenção de conectar-se aos três pontos
da Nova Tri-Unidade, através dos períodos de Alinhamento e, naquele
momento, levar a Atenção sobre uma
pessoa, sobre uma formiga, sobre um sol, pouco importa, e deixar fazer, aí
também.
É claro, ao final de certo tempo,
vocês se conscientizarão, realmente, e farão a experiência, de que todos os
outros, mesmo o pior dos inimigos, está no Interior de vocês, porque não há
inimigo.
Quando vocês constatarem que são a
totalidade da Criação, naquele momento, vocês Comungarão com o conjunto do
Universo.
Lembrem-se, também, que foi dito,
de que essa Comunhão corresponde a uma forma de treliça, como eu empreguei a
palavra, do novo Éter, o que quer dizer que alguns de vocês viam, há ainda
alguns meses, à noite, em algumas circunstâncias, no teto de seu quarto, como
que Partículas Adamantinas que se
arranjavam com quadros específicos.
Eu disse que vocês podiam ver,
também, essa treliça, agora, no Céu, no cosmos que vocês veem daqui da Terra.
É essa treliça que é um ato de
Comunhão.
É o retorno da Luz Vibral
autêntica.
E vocês inscrevem sua Consciência nessa Liberdade que é a
Comunhão porque, quando vocês estão nessa Liberdade da Comunhão, vocês percebem que não têm que estar
apegados a nada, uma vez que Comungam ao
Tudo.
E que tudo o que foi concebido na
cabeça, na projeção da personalidade (através dos
medos, quaisquer que fossem ou através dos amores, quaisquer que fossem,
familiares ou outros) não tem qualquer razão de ser.
Isso não quer dizer, eu repito, e
isso foi dito (porque há quem, por vezes, tem
tendência a compreender o que lhe convém), que não é por isso que era
necessário desembaraçar-se dos filhos, da família, dos pais, do trabalho ou do
que quer que fosse.
Mas que, nesse ato de Comunhão, vocês percebem o quê?
Que vocês amam tanto o Universo como a formiga, como os inimigos.
Mas não é uma visão do espírito, é
uma experiência da Consciência, que os estabelece na Nova Consciência.
E, naquele momento, vocês não têm
mais medo de perder o que quer que seja, porque vocês não têm mais necessidade
de comunicação ou de relação.
Vocês estão em Comunhão com a
totalidade do Universo.
É isso realizar o Si e a Unidade.
Não temos mais
perguntas. Agradecemos.
Então, caros amigos, eu lhes
transmito todas as minhas bênçãos.
Todo o meu Amor acompanhe-os.
E, sobretudo, sejam Livres.
Até breve.
.......................................................
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por Rosa
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Tradução
para o português: Célia G.
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