Mensagem publicada em 2 de maio, pelo site AUTRES DIMENSIONS.
Tenho a
grande Alegria de intervir nesse Canal.
Eu fui, em
minha última encarnação, Irmã Yvonne
Amada de Malestroit.
Hoje, eu me
apresento a vocês como Estrela KI-RIS-TI.
A vocês
todos, meus Irmãos e Irmãs, aqui presentes, e que lerem ou ouvirem o que tenho
a dizer-lhes, eu transmito o meu Amor, que é o seu.
Eu
começarei, se vocês o permitem, por um breve sobrevôo do que foi minha Vida,
não tanto a título de uma memória, mas, antes, a título de exemplo do que vai
tornar-se sua Vida, de vocês todos, se vocês o aceitam.
Se vocês
acolhem, em vocês, sua Dimensão CRISTO,
seu estado CRISTO.
Eu dirigi,
em minha vida, uma comunidade religiosa, numa região da França, muito próxima
de um lugar mágico, chamado Brocéliande.
Eu
efetivamente fiz parte de uma congregação Católica Romana porque, no início do
século precedente e até minha morte era muito difícil manifestar esse estado de
CRISTO em outros lugares que nesses
espaços, ao menos para um Ocidental.
Aqueles que
quiserem pesquisar o que foi minha Vida e o que se realizou em minha vida,
efetivamente, independente de minha própria vontade ou de qualquer atenção ou
desejo de minha parte, encontrarão facilmente.
Hoje, eu
represento e eu porto a Estrela CRISTO.
O eixo que
foi o meu, em ressonância com minha Irmã
Hildegarde de Bingen, que viveu muito tempo antes de mim, esse eixo KI-RIS-TI / REPULSÃO é o Eixo que veio, progressivamente e à medida
dos séculos, tentar retificar a Luz alterada (nota: esquemas na
rubrica «protocolos / Yoga Integrativo» de nosso site).
Em minha
vida, muitos mecanismos, que os humanos chamam, hoje ainda,
sobrenaturais, foram
meu lote quotidiano.
Minhas lágrimas transformavam-se em diamantes,
meus vômitos de sangue transformavam-se em cravos e forravam minha cama.
Eu estava em inúmeros lugares ao mesmo tempo, no
mesmo corpo físico que eu habitava então.
Eu pude assim intervir, durante a segunda guerra
mundial, ao mesmo tempo no monastério, na congregação que eu dirigia e, ao
mesmo tempo, a milhares de quilômetros dali.
Eu
atravessava numerosos sofrimentos, mas mesmo esses sofrimentos tornaram-se,
eles mesmos, estados profundamente diferentes desse sofrimento.
Hoje, vocês serão chamados a tornar-se CRISTO e, portanto, a manifestar essa
criação espontânea da Beleza e da Verdade.
Naquela época, aquilo foi chamado milagre, do
qual inúmeras de minhas Irmãs e de observadores foram as testemunhas
privilegiadas, até um de seus chefes de Estado que assistiu à
incorruptibilidade de minha carne, bem após minha morte.
Diferentemente de minhas Irmãs mais jovens que
viveram no início do século XX, como Gemma
Galgani ou Santa Teresa do Menino Jesus, meu Caminho foi aquele da Fusão
Consciente e Integral com o CRISTO.
Eu não fui
unicamente uma de suas Esposas, assim como a denominação dada naquela época,
mas eu fui Ele mesmo.
Eu me
juntei, portanto, em minha vida, ao que é chamada, hoje, essa Androginia Primordial, permitindo
realisar a Fusão do Ele e do Ela, como lhes disse minha Irmã Anna.
Isso, eu o vivi em minha vida.
Essa fusão da Androginia dá acesso à dimensão
real do ser humano, como Filho Ardente do Sol, Filho do Um, Filho da
Eternidade, CRISTO.
Essa Fusão permitiu-me, então, desvendar e
revelar uma mestria total da Graça, não no sentido de um controle, mas na
manifestação dessa Graça, em múltiplos setores de minha vida, em
múltiplos estados de Êxtase que eu vivi então.
Eu fui, portanto, de algum modo, por meu corpo e
por meu Espírito, a testemunha privilegiada dessa Androginia Primordial, que corresponde à reunificação das
polaridades e permitindo, então, manifestar a totalidade da Verdade nesse mundo
de Ilusão.
Eu começava a manifestar isso enquanto,
paralelamente, no Oriente, um ser, ele também, compreendeu o que era a chegada
dessa Luz: o bem amado Sri Aurobindo.
Na mesma época (ele,
no Oriente, e eu, no Ocidente), nós manifestamos (ele, num modo
de compreensão, e eu, num modo material) o que era ver essa Luz que voltava e, cada um ao seu modo, densificamos
e manifestamos em nossa Vida (nos escritos
dele, mas também eu, em meu próprio testemunho de Vida).
Voltar a tornar-se CRISTO ou tornar-se CRISTO, é, portanto, reencontrar sua
herança natural.
É redescobrir sua Dimensão, para além da
aparência desse Corpo, para além da aparência de tudo o que faz esse mundo.
É entrar na resistência, de algum modo, contra a
Ilusão do mundo, não rejeitando essa Ilusão, mas, efetivamente,
transcendendo-a, inteiramente.
Tentando por
os meus passos nos passos de CRISTO,
como Esposa, num primeiro tempo, nesse desejo de Simbiose, em meu desejo de
desvanecimento e de dissipação mesmo de minha própria pessoa em Seu Seio,
eu compreendi, então, que nós não estávamos separados um do outro.
E eu vim então a manifestar o que meus
contemporâneos chamaram os milagres, que são, de fato, apenas o resultado do
estado CRÍSTico.
Quando
CRISTO veio, há dois mil anos, ele anunciou já seu retorno, bem além das
vicissitudes de um corpo, em Espírito e em Verdade, tal como ele partiu.
Eu simplesmente estava adiantada em duas
gerações.
Tormando-se Ele, vocês voltam a tornar-se vocês
mesmos.
Vocês saem dos papéis.
Vocês saem de toda projeção, de todo desejo.
Vocês saem também de toda dependência.
Vocês saem de toda insuficiência e de toda
imperfeição, sem querer, contudo, trabalhar nessas insuficiências e nessas
imperfeições, mas, simplesmente, afastando (aparando,
de algum modo), os maus ramos.
Mas sem querer fazê-lo, simplesmente por uma
tensão.
Assim como o exprimiu minha Irmã de Eixo,
Hildegarde de Bingen, essa tensão para Ele, para esse Absoluto, faz com que, a
um dado momento da existência humana, realize-se essa Simbiose, essa forma de
Fusão conduzida, conduzindo, ela mesma, à Androginia Primordial (bem
além da simples identificação, desarmando as armadilhas da personalidade que
querem atribuir-se a Luz), tornando-se CRISTO.
Isso necessita passar por certo número de
mortes.
Isso necessita passar por certo número de
choques.
Isso necessita passar por certo número de
desilusões.
E, também, por certo número de sofrimentos.
Mas esses sofrimentos não são buscados, como
alguns os buscaram.
Eles surgem por si mesmos, nessa simbiiose,
porque, voltar a tornar-se CRISTO ou
tornar-se KI-RIS-TI, é não mais
deixar lugar, em si, para qualquer Sombra.
Como o disseram outras Irmãs, é tornar-se,
inteiramente, Transparente para a Luz, não mais existir, independentemente da
Luz.
Quer dizer não estar mais presente nesse mundo,
ao mesmo tempo estando sobre esse mundo.
Hoje, a humanidade toda, inteira, apronta-se para
viver o batismo do Fogo, o retorno do Espírito, o retorno do CRISTO.
Para isso, é preciso deixar, efetivamente, como
Ele disse em sua vida, todo o lugar.
O impulso
íntimo para Ele, a identificação, depois a Simbiose com Ele, pode-se viver
apenas se tudo o que foi ilusório, tudo o que foi resistência, tudo o que foi
desejo, tudo o que foi vontade pessoal estiver totalmente aniquilado por esse
Fogo do Espírito, transformando-se, vocês mesmos, nesse Fogo devorador, que, no
entanto, não queima.
Tornar-se CRISTO
é tornar-se rei de Amor, coroado de Sua Coroa, regenerado e ressuscitado no
Fogo do Coração.
É deixar passar a Luz.
Tornar-se o receptáculo de Seu Sopro e de Seu
Espírito faz com que seu sopro e seu Espírito não possa mais ser assimilado ao
que quer que seja nesse mundo.
Em outros termos, é viver a Humildade, a
Simplicidade, inteiramente.
Viver a Simbiose em CRISTO é apagar-se totalmente.
É não mais reagir ao que quer que seja ou a quem
quer que seja.
Viver apenas para essa Transparência.
Viver apenas para tornar-se isso, sem qualquer
outro pensamento, sem qualquer outro desejo, sem qualquer outra vontade.
Para isso, a personalidade deve fundir e
desaparecer.
Não por sua própria negação, não por um trabalho
próprio, mas nesse ato, tão nobre, que há dois anos o Arcanjo Anael chamava o Abandono
à Luz.
Esse Abandono, como ele dizia, é uma Doação de
Si, total, à Luz.
O que nós
vivemos, uns e outros, nesse mundo, pertence irremediavelmente a algo falso, a
algo privado de Luz.
É necessário, para isso, aceitar, bem além da
definição do pescador, que nós somos aqui apenas Sombras.
Esqueletos vazios de qualquer Fogo, brilhantes
de ausência de brilho, superficialidade.
Sem, no
entanto, nos condenar, sem, no entanto, nos julgar, sem, no entanto, condenar
quem quer que seja ou julgar quem quer que seja porque, em definitivo, cada
Irmão e cada Irmã, mesmo que, hoje, não sirva à Luz, servirá um dia e
tornar-se-á essa Luz.
É apenas uma defasagem de tempo, uma defasagem
de espaço.
Mas, fundamentalmente, cada Irmão e cada Irmã é,
efetivamente, Um em CRISTO, mesmo se
ele o recuse.
Então, transcendendo todos esses limites
impostos pela Sombra na qual estamos, torna-se possível a nós, pouco a pouco ou
de maneira fulminante, viver essa Identificação e essa Simbiose com Ele, e
tornar-se real e concretamente Ele.
Aceitar ser um rei de Amor é aceitar não ser rei
de ninguém aqui embaixo.
Aceitar tornar-se o CRISTO é renunciar, como Ele, ao reino desse mundo.
Isso pode parecer difícil, é claro, uma vez que,
hoje, sobretudo neste período, o culto da individualidade, o culto da
personalidade é empurrado ao extremo.
Jamais o sofrimento foi tão grande nesse mundo,
devido mesmo a essa reivindicação.
A Sombra reforça a Sombra, mas a Sombra se
tornará, um dia, Luz.
Para isso, é preciso que a Luz ilumine a Sombra.
Não há nem Bem, nem Mal, em definitivo.
Viver o CRISTO
é viver o Espírito do CRISTO,
tornar-se Ele, é transcender o Bem e o Mal.
É sacrificar-se para a Luz e não ser sacrificado
pelos outros.
Sacrificar-se a Si mesmo é voltar a tornar-se
Sagrado.
É reencontrar a verdadeira Vida.
É viver para além da Dualidade, manifestar esse estado chamado a Unidade, que concorre
para estabelecer, permanentemente, sua Alegria, o que quer que viva esse Corpo
e o que quer que viva sua personalidade.
É não mais estar identificado aos seus piores
sofrimentos, até que estes se transformem, eles mesmos.
É nada reivindicar mais do que ser o CRISTO.
É, sobretudo, descobrir e revelá-lo em Si,
porque Ele sempre esteve aí, escondido no mais profundo do Coração, esperando
esse momento, esse momento coletivo que chega agora, assinalando o fim da
Sombra.
É claro, a Luz dá medo.
Ela dá medo para quem, ou para o quê?
Ela dá medo, obviamente, para aquele que está na
Sombra e que julga tudo conforme sua própria Sombra, seu próprio medo.
O Amor é ausência de medo.
A relação humana de amor é asfixiada pelo medo,
porque, assim que há amor, há medo de perder o amor.
Isso não é o Amor.
O Amor está além desse medo.
O Amor, justamente, é não mais viver o medo.
É abandonar-se totalmente, pelo processo de
Simbiose, a Ele.
Vocês se tornam Ele, em Verdade e em Unidade.
É acolhê-lo na Luz, como dizia o bem amado João,
em Unidade e em Verdade, para fazer apenas Um, abolindo a distância, permitindo,
então, a tudo o que era do domínio da Sombra, em vocês, desaparecer.
Mesmo o
sofrimento, naquele momento, não é mais um peso, mas torna-se uma leveza.
Isso é,
certamente, difícil a aceitar pela personalidade, porque, quando a
personalidade sofre, ela se torna pesada.
Ela
recrimina e manifesta e exprime esse sofrimento.
Mas, para o
Ser que se abandona em CRISTO e que
se torna CRISTO, o próprio
sofrimento não pode mais ser essa densidade e essa gravidade.
Ele se
transcende por si, permitindo ser aceso e resplandecente pelo Amor.
Frequentemente
foi-lhes feita referência do Coração e, sobretudo, do Fogo.
Sim, o
Coração é um Fogo.
O Amor é o
Fogo do Espírito.
É um Fogo.
Um Fogo
devorador, mas, obviamente, que não devora o Amor.
Ao
contrário, que vai devorar tudo o que não é o Amor, a fim de deixar aparecer o
Diamante de seu Coração.
Sua dimensão
de Filho Ardente do Sol, de KI-RIS-TI,
de CRISTO.
É claro, o
homem tem medo do Fogo, porque o Fogo representa, para ele, a loucura e o fim
da personalidade.
O Fogo
representa também o sofrimento, porque o Fogo ilumina.
Ele é uma
fonte de água viva vindo grelhar as Sombras, alquimizando-as na Luz do Amor e
fazendo-as resplandecer em mil Fogos.
Mas a
personalidade não pode compreender o Fogo.
Somente o
Amor pode compreender o Fogo.
A Luz é um
Fogo.
Esse Fogo
destrói a Ilusão, é exatamente o que acontece atualmente sobre esta Terra, é
atualmente o que acontece em cada um de vocês, em tempos e em espaços
diferentes.
Então, não
julguem aquele que, pelo momento, está na resistência em relação a esse Fogo,
porque ele está apenas defasado no tempo, mas ele possui estritamente a mesma
identidade que vocês, para além da personalidade.
Quando
alguns dos Anciões, quando alguns Arcanjos falam a vocês dessa Unidade ou de «Tudo é Um», eles não falam de um conceito ou de uma ideia.
Eles falam,
realmente, da Verdade do Fogo, da Verdade do Amor, que não pode ser vivida na
consciência e nessa carne.
Porque essa
carne viverá sua ressurreição, nesse corpo chamado de Existência ou de Luz,
pondo fim à separação.
Então, cada
ser humano vive, em seu espaço e em seu tempo, essa Revelação do Fogo, alguns
na negação e na recusa total.
Vocês todos
conhecem isso, ao redor de vocês, entre seus parentes, que foram atraídos pela
Luz e que não puderam tornar-se essa Luz.
Não os julguem.
Eles estão,
simplesmente, numa defasagem de tempo e de espaço, porque eu digo,
efetivamente, que toda a Terra é chamada, em um momento ou em outro, assim como
todos os seus habitantes, a voltar a tornar-se o CRISTO, sem exceção alguma.
E não pode
haver, porque toda Consciência é animada pelo Fogo do Amor, mesmo se este não
seja reconhecido, ou seja rejeitado ao longe.
O Fogo é o
princípio que anima toda a vida, não pode ser de outro modo.
Simplesmente,
alguns o rejeitam, por medo, por ignorância, por experiência.
Mas, para
além desse espaço/tempo que nós percorremos, uns e outros, não há tempo.
O tempo não
é mais o mesmo.
Então, o que
lhes parece muito afastado da Luz, hoje, no olhar que vocês levam sobre um ou
outro além de vocês, é, de fato, apenas a distância de espaço e de tempo que
deve levá-lo a tornar-se, ele também, o mesmo CRISTO que vocês.
Eu quero
voltar também nessa noção de Humildade, de Simplicidade.
Na hora em
que, hoje, a humanidade e o conjunto desse sistema solar vai viver o que foi
chamada a Ascensão, que está vivendo-a, muitos seres humanos, Irmãos e Irmãs (que não estão no
mesmo espaço e tempo que o CRISTO Interior), sobrecarregam-se
de conhecimentos supérfluos.
Sobrecarregam-se
de rituais supérfluos.
Sobrecarregam-se
de adoração de algo de exterior a eles, fazendo uma busca exterior, enquanto a
única busca a efetuar é a Interior.
Ela consiste
em descascá-los, em arrancar-lhes tudo o que não é CRISTO.
Isso não
necessita nada mais.
O conhecimento
exterior não os levará jamais ao Coração.
Ele dá a
ilusão de levá-los ao Coração.
Ele dá a
ilusão de controlar e de ir para o CRISTO.
Ora, nada é
mais falso.
Agindo
assim, alguns de seus Irmãos e de suas Irmãs voltam as costas ao CRISTO e não vão para Ele, mas dele
afastam-se.
Mas eles ali
voltarão, em outro espaço/tempo.
Então, não
os julguem, mas, simplesmente, irradiem o que vocês são.
E não
hesitem, sobretudo, em dizer.
Vocês não
poderão mudar ninguém, mas, simplesmente dizendo e exprimindo o que vocês
vivem, vocês afirmam seu papel de Semente de Estrela e de Filho da Lei de Um.
Olhando, nos
olhos e no Coração, aquele que põe tempo e espaço entre ele e CRISTO, porque ele renuncia à sua
soberania integral, porque ele renuncia à sua própria autonomia e à sua própria
liberdade.
Então sim,
vocês têm o direito de dizer a ele, vocês têm o direito de irradiar para ele, a
fim de que o espaço e o tempo dele aproximem-se, se isso está na ordem das
coisas, de sua dimensão de CRISTO Interior.
Viver CRISTO
é não mais sofrer, qualquer que seja o sofrimento.
Estar em
simbiose com CRISTO é estar na
Alegria, quaisquer que sejam os eventos, exteriores ou Interiores, mesmo para
esse corpo.
Em CRISTO não existe mais sofrimento.
Mesmo o
sofrimento não é mais um sofrimento.
Mesmo a
distância não é mais uma distância, porque vocês realizam a Unidade, naquele
momento.
A Unidade não é nem Bem, nem Mal.
A Unidade é
um estado além da Dualidade e,
portanto, além desse mundo, que deve manifestar-se nesse mundo.
Tornar-se
KI-RIS-TI é acolher o Fogo.
Esse Fogo
devorador que virá queimar o que há a queimar e, ao mesmo tempo, acender o que
há a acender, a fim de fazê-los voltar a tornar-se esse Filho Ardente do Sol.
Isso não
necessita conhecimento algum.
Isso não
necessita qualquer ser exterior, sobretudo agora.
Isso
necessita, simplesmente, a Doação de si mesmo.
Essa Doação
de si mesmo é um sacrifício.
Mas esse
sacrifício, eu repito, não é a negação do que quer que seja.
É,
justamente, a aceitação de tudo o que faz a Vida, de tudo o que faz o Fogo, de
tudo o que faz o Amor.
Vocês são
chamados, uns e outros, a retificar, pela Cruz da Redenção, o Eixo falsificado
de que lhes foi feita referência.
Apenas você
é que pode retificá-lo em você.
Apenas você
é que pode abrir a porta para Ele.
Apenas você
é que pode tornar-se CRISTO, por
simbiose.
Apenas você
é que pode tornar-se borboleta, ninguém mais pode fazê-lo em seu lugar.
É sua
incumbência.
É o único
modo de reencontrar a Liberdade e a Autonomia.
Não há outro.
Como vocês sabem, nós fomos todos confinados num
corpo, privados do acesso Consciente à Luz.
Buscando a
Luz no exterior de nós, num ser, num amor, numa posse, numa identificação a uma
religião ou a uma esperança, qualquer que fosse.
E isso gira sempre, mais ou menos rápido.
O Amor,
infinito e eterno, esse Fogo do Amor, em contrapartida, não conhece
transformação.
Ele está aí,
de toda a Eternidade, em toda Criação, mesmo falsificada.
É a vocês
que cabe realizar sua Dimensão de CRISTO.
Nenhum ser
poderá fazê-lo em seu lugar.
E, para
isso, vocês devem, certamente, aceitar morrer.
Morrer para
si mesmo.
Morrer para
o que vocês creem estar fora dEle.
Morrer para
uma esperança, qualquer que seja.
Morrer para uma espera, qualquer que seja.
Morrer para
o sofrimento, como morrer para o prazer.
Morrer para
o desejo.
De algum
modo, entrar na Repulsão a tudo isso.
Não de
maneira ativa, fazendo, mas, bem mais, tomando consciência de que nada de tudo
isso pode ser o objetivo a atingir, porque jamais ele será satisfeito.
A única
satisfação pode encontrar-se apenas na Fusão e na Simbiose com CRISTO.
Então, é
claro, Ele não portará esse nome nas outras tradições, em outras culturas.
Pouco importa.
É sempre a
mesma coisa de que falamos, do mesmo Fogo e do mesmo Amor.
A Redenção
não passa pela Crucificação.
Ela passa
pela Ressurreição.
A
Crucificação é apenas uma imagem, que foi disfarçada.
É simplesmente a Renúncia.
Essa
Renúncia, não daquilo que alguns religiosos renunciam no mundo, mas, antes,
daquilo que evolui no mundo e que, ao mesmo tempo estando lúcido de que
percorre esse mundo, renuncia a todos os atrativos e a todas as seduções.
Não por um
ato de vontade, porque a vontade nada pode contra o desejo, mas, justamente,
Abandonando totalmente a vontade pessoal a Ele.
Aí está a
Ilusão de inúmeras crenças, hoje, que querem fazê-los crer que, trabalhando em
vocês mesmos, que trabalhando em seus defeitos, vocês vão se pacificar e vocês
vão tornar-se Luz.
Jamais a
personalidade, trabalhando na personalidade, poderá encontrar a Luz.
É uma Ilusão.
Ela
encontrará circunstâncias efêmeras.
Ela
encontrará momentos de prazer, momentos de sentimento de liberação, mas isso
não irá jamais, efetivamente, adiante.
Somente o
Fogo do Amor, essa Simbiose com o CRISTO,
pode despertá-los.
E isso não
passa pela vontade.
Isso não
passa pelo desejo.
Isso não
passa por um trabalho.
Isso passa,
literalmente, por sua própria morte a tudo isso.
Vocês apenas
podem tornar-se CRISTO assim.
Se vocês não
aceitaram isso, vocês não podem penetrar o Fogo do Espírito.
Assim é o
sentido do Abandono à Luz.
Assim é o
sentido do Abandono e da Fusão a Ele.
Não há
meia-medida, porque logo que o Fogo do Espírito os invade, vocês percebem e
sentem esse Fogo.
Ele vem
queimar tudo o que não é o Fogo.
Ele vem
queimar tudo o que não é a Luz.
E vocês
percebem, claramente, naquele momento, o que é da ordem da Luz e o que não é da
ordem da Luz.
Vocês não
podem manter qualquer Ilusão, qualquer que seja.
Tornar-se CRISTO é verdadeiramente um sacrifício,
mas um sacrifício de quê?
Da Ilusão,
nada além da Ilusão.
E,
sobretudo, não da Verdade, bem ao contrário.
É
redescobrir e voltar a tornar-se a Verdade, como Ele dizia.
Naquele
momento, voltar a tornar-se o Caminho, a Verdade e a Vida, pelo Fogo do Amor e
do Espírito.
Todo o resto
desaparece.
Todo o resto
é aniquilado.
Toda a
Ilusão deste mundo desaparece.
Todas as
construções mentais, erigidas progressivamente e à medida da Vida, desaparecem.
O Fogo
queima tudo.
Tudo o que é
acessório.
Tudo o que é
inútil.
Tudo o que
obstrui e tudo o que torna pesado.
Tal é
CRISTO, quando está em Simbiose com vocês.
Tal é o CRISTO, quando vocês abrem-Lhe a porta.
Tal é o CRISTO, quando o Fogo do Amor
revela-se.
É um Fogo
Ardente como o Sol, o que fez com que alguns dos Anciões identificassem mesmo o
Sol como esta Fonte de CRISTO, como
o bem amado Comandante dos Melquisedeques
(nota: Omraam Mikhaël Aïvanhov).
O Sol, como
João disse (Sri Aurobindo), foi liberado.
Vocês podem
tornar-se o Sol, inteiramente e em Verdade.
CRISTO foi chamado
também o Logos Solar ou o Princípio Solar.
É exatamente
o que Ele é.
Este Fogo
que aquece e que queima tudo o que não é Ele.
Quando vocês
penetram esse estado, quando se tornam Ele, então o milagre, o milagre da
Criação Instantânea, do qual falaram as minhas Irmãs, realiza-se em sua vida.
Tudo se
torna Facilidade.
Tudo se
torna Evidência.
Tudo se
torna Sincronia.
Nenhum mal,
nem nenhum bem, pode tocá-los, porque vocês estão na Unidade.
Pretender o
bem não é suficiente, porque pretender o bem significa que há já o mal.
Ser para
além do Bem e do Mal, é ser Um.
É voltar a
tornar-se Ki-Ris-Ti.
Vocês serão
chamados, durante este mês de maio, cada um ao seu modo, a voltar a tornar-se
esse CRISTO.
Ele vai
bater à sua porta, de múltiplas maneiras, que é a mais adaptada para cada um, a
fim de desvendar as últimas sombras, fazê-las cair, dissolvê-las.
Para isso é
necessário aceitar verem-se.
Não é
necessário fugir.
Não é
necessário dar as costas a Ele.
Nenhum
sofrimento, seja físico ou psicológico, pode impedir CRISTO de estabelecer-se, se vocês o acolhem.
Mas Ele não
pode forçá-los.
Ninguém não
pode forçá-los.
Do mesmo
modo que ninguém pode realizar isso em seu lugar, é você mesmo que deve tomar
esta decisão.
Vocês estão
na aurora do dia novo.
Vocês
entraram nesse dia novo.
Então, ninguém
sabe quanto vai durar esse dia, porque dependerá da Terra, e também de vocês,
do lugar em que vocês estão localizados no tempo e no espaço desta Terra.
Cabe apenas
a vocês viver a Verdade do CRISTO.
Naquele
momento, vocês saberão, porque vocês vivem esse Fogo.
E esse Fogo
não pode enganar, porque ele estabelece uma queimadura: essa queimadura, que
não queima, é ligada à própria Luz.
Vocês verão,
então, que tudo o que era supérfluo, acessório e inútil será cortado de vocês.
Não são
vocês que o fazem, é o CRISTO.
Aceitem.
Olhem-se tal
como vocês são.
Olhem todas as crenças.
Olhem todos
os estados que são os seus, todos os humores que os percorrem ainda hoje, que
são marcadores que, a partir da hora do desaparecimento deles, vocês mostrarão
esse Fogo do Amor.
É preciso,
para isso, desidentificarem-se totalmente do que vocês creem ser.
Que isso
seja, mesmo, o nome dessa identidade ilusória e provisória.
Vocês devem
desembaraçar-se de todos os seus hábitos e condicionamentos.
Vocês devem
apresentar-se novos, nus, frente a Ele, a fim de entrarem na Simbiose.
A hora
chegou de sua Ressurreição.
Isso, as
Irmãs e os Irmãos foram numerosos a anunciar.
Cabe a vocês
vivê-la, em sua carne e em seu Espírito.
O marcador
disso é o Fogo do Coração, essa Presença (aquela que o Arcanjo Uriel, paciente
e minuciosamente, instalou sobre a Terra), permitindo-lhes,
então, aproximar-se do CRISTO.
A Simbiose
está agora à sua porta.
Cabe apenas
a vocês, e verdadeiramente apenas a vocês, vivê-la.
Ninguém pode
vivê-la em seu lugar.
É uma
Revolução Interior que vocês devem efetuar sozinhos, absolutamente sozinhos.
Nesse face a
face entre seu corpo efêmero e seu Corpo de Eternidade, chamado Julgamento
Final.
Esse
Julgamento Final não é uma condenação, é uma Liberação.
Mas, para isso,
é preciso ir para além de seus próprios medos.
É preciso ir
para sua dissolução, essa pequena morte que é, de fato, a Ressurreição.
Lembrem-se
de que, no mundo que percorremos, uns e outros, tudo está invertido, tudo está
falsificado, tudo está transformado, justamente, para evitar a Luz.
É tempo,
hoje, de viver essa Revelação, e dela fazer sua Revolução Interior.
Não através
da negação desse corpo, porque, como sabem, esse corpo é o Templo que acolhe o CRISTO.
Esse corpo
deve ser transcendido.
Apenas vocês
é que podem transcender a si mesmos.
A Luz está aí.
Todas as
Consciências Unificadas da Criação, sem exceção, estão ao redor de vocês.
Elas estarão
em breve em vocês, quando o Anjo Metatron vier liberar o que há para liberar em
vocês, em 14 de maio.
É naquele
momento que será necessário viver sua Ressurreição, sua Simbiose no CRISTO.
Voltar a
tornar-se o Filho Ardente do Sol.
Iluminar-se
a si mesmo, não por uma iluminação exterior, trazida por qualquer Deus ou
qualquer ser humano, como vocês e eu, mas por si mesmos.
A hora
chegou de levantar-se, de despertar-se.
A hora
chegou de voltar a tornar-se CRISTO.
Como uns e
outros o disseram, vocês são os Filhos do Um, os Filhos da Lei de Um.
Vocês são
Ele.
Então, pelo
momento, talvez, para muitos de vocês isso era apenas um conceito, ou uma
busca.
Muito em
breve, isso se tornará uma Verdade para viver, e não mais uma busca.
Vocês
constatarão por si mesmos que, quando o Fogo do Espírito se revela, todos os
conhecimentos exteriores, todos os conhecimentos das histórias, quaisquer que
fossem, não têm mais qualquer sentido, se não é o sentido de afastá-los da Luz.
Vocês se
aperceberão, então, que nada mais há a compreender além da Verdade de CRISTO em Si.
Todo o resto
era feito apenas para desviá-los dessa Verdade essencial.
O mental, as
emoções do ser humano são sempre muito fortes para desviar a Atenção de CRISTO.
Mesmo
através de práticas ditas religiosas, que consideram o CRISTO como algo de exterior a si.
No conjunto,
pode-se dizer que, efetivamente, o conjunto de falsificações, até o presente,
funcionou perfeitamente.
Mas não é
mais o caso, porque a Luz está de volta.
Progressivamente,
pacientemente, desde mais de vinte anos, a Luz restabeleceu seu reino.
E este se
descobrirá totalmente nos dias que vêm.
Lembrem-se
de que, para cada ser humano, existe um modo único de viver essa Ressurreição.
Pouco
importa que isso passe pela morte desse corpo físico, ou pela Ascensão desse
corpo físico.
Pouco
importa que isso faça de vocês um Guerreiro Pacífico da Luz, que vai manter a
Luz até o fim total desta Dimensão.
Cada coisa
está em seu lugar.
Cada um, sobretudo, está em seu lugar.
Há apenas
que extrair-se de tudo o que é ilusório.
E isso,
vocês podem realizar apenas tornando-se CRISTO,
vivendo o Fogo do Amor e o Fogo da Luz.
É o mesmo
Fogo.
Preparem-se
também para viver, em seus corpos, manifestações que, até o presente, não lhes
são conhecidas.
Os calores,
as agulhadas, o Fogo que vai percorrê-los é um verdadeiro Fogo.
A Luz
Interior que vai despertar-se, a Fusão e sua Simbiose em CRISTO, vai transformá-los, inteiramente.
De uma forma
para outra forma.
De um
mecanismo de pensamento para outro pensamento.
O que era
supérfluo eliminando-se, vocês constatarão, por si mesmos, que, quanto mais o
Fogo cresce, menos há desejo, e menos há projeção do que quer que seja.
A Luz,
efetivamente, e CRISTO, bastam-se a
si mesmos.
Quando vocês
se tornam Luz e CRISTO, todo o resto
se faz de maneira espontânea, natural, sem busca, sem o querer.
Isso se
chama a Graça.
É tempo,
agora, de sair da Ilusão da Ação/Reação e penetrar, inteiramente, na esfera da
Graça.
Naquele
momento, vocês se tornarão Criadores de sua própria Realidade.
É nesse
sentido que alguns dos Anciões e algumas das Irmãs disseram que lhes será feito
exatamente segundo sua Vibração.
Porque vocês
se tornarão o que vocês Vibrarem, e se vocês são o Amor, se vocês são o CRISTO, vocês se tornarão isso e vocês
criarão isso.
Não haverá
mais limite de espaço e de tempo.
O Milagre
tornar-se-á seu quotidiano, em todos os sentidos do termo.
Vocês
poderão então criar, na sequência deste período, tudo o que vocês podem criar,
e de maneira instantânea.
É isso,
juntar-se à Unidade.
Voltar a
tornar-se CRISTO.
E isso
acontece agora.
Aí está o
que eu tinha a dar a vocês, como KI-RIS-TI.
Se, em
vocês, persistem interrogações, medos ou outras coisas para colocar na Luz,
então, eu os escuto.
Pergunta: fusionar com CRISTO é fusionar com a
Fonte?
CRISTO disse: «eu e o Pai somos Um».
Se você se
torna CRISTO, então, você poderá dizer:
«eu sou Um com o Pai», que é a Fonte.
Pergunta: a que corresponde o Lírio e a Cruz que lhe
foram dados pelo CRISTO?
Correspondem aos múltiplos presentes que o CRISTO
me deu.
Houve
inúmeros.
A quê
correspondem?
Ao Amor, nada mais.
Eu tenho a
precisar também que muitos seres humanos, hoje, estão engajados em caminhos de
adoração exterior, de ser ou de cultura.
Os seres que
viveram a Fusão com o CRISTO, no
momento da vida deles, onde quer que estivessem sobre esta Terra, mantinham
sobre esta Terra um Farol de Luz.
Esse Farol
de Luz é accessível, para além da personalidade, mesmo em nosso túmulo, ou
mesmo em nossa urna, em nossas cinzas.
No lugar
onde o Corpo permaneceu.
Isso evitará
que caiam em adoração diante daqueles que se apropriaram a Luz, e eles são
numeroso hoje sobre esta Terra.
Adorem CRISTO, tornem-se Ele, mas não adorem
nenhum ser humano, porque o que vocês adorarão naquele momento é do domínio da
personalidade, sem exceção.
Quando falo
da Simbiose com CRISTO, que eu vivi,
estou bem para além da história do CRISTO no corpo de Jesus.
Eu não
adorei a Cruz, ainda que seja um dos seus símbolos, que foi desviado, mas
adorei o próprio Princípio, CRISTO.
Até tornar-me Ele.
Pergunta: o simples fato de conscientizar uma Sombra
permite a sua superação?
Sim, se você está inteiramente Abandonado à Luz, e se entra em Simbiose com CRISTO.
O que quer
eliminar uma Sombra não é nada de outro que a personalidade.
Pergunta: o que vocês chamam uma Sombra?
Uma Sombra é uma zona de não Luz.
E, portanto,
se a zona de não Luz for posta na Luz, ela se torna Luz.
Falo da
Sombra em geral.
Esse Corpo,
que é o Templo, é também uma Sombra, dado que é uma projeção.
Pergunta:: o sofrimento pode ser uma Sombra?
Inteiramente.
Há um
momento em que o sofrimento não é mais sofrimento.
Ele foi
iluminado.
Mas não é
nunca o olhar externo ou a personalidade que ilumina, é o que queria fazê-los
crer a personalidade.
Fazê-los
crer que ela tem o controle, que ela tem a compreensão de suas próprias
Sombras, o que é falso.
Pergunta: é necessário completamente desidentificar-se
do corpo?
Desidentificar-se da Ilusão do corpo, mas aceitar que esse corpo é o Templo do CRISTO.
Ele é ao
mesmo tempo o Templo da Ilusão como projeção, mas é o lugar da Revelação do CRISTO.
Para isso é
necessário Fusionar o CRISTO.
Pergunta: a fusão com CRISTO pode então fazer-se
enquanto têm-se ainda Sombras?
Se não tivesse mais Sombra, você seria já o CRISTO.
Pergunta: a iluminação das Sombras é suficiente para a
morte de si-mesmo e para o acolhimento do Fogo do Espírito?
Há, é claro, a morte total deste corpo.
O
desaparecimento da Ilusão pode fazer-se, em definitivo e na finalidade, apenas
a este preço.
Parece-me
que, quando encarnamo-nos, somos mortais.
Então, por
que recusar encarar esta finalidade, dado que é inevitável?
E que, desta
vez, não se traduzirá num retorno eterno à encarnação, mas, efetivamente, à sua
Liberação.
De quê vocês
têm medo?
Eu esclareço
que é apenas nesta sociedade, dita Ocidental moderna, que a morte é vivida como
um drama.
Nas múltiplas
culturas e tradições, a morte é uma Liberação.
E, no
entanto, os seres voltavam.
Tudo é
função de seu contexto de educação e de sua própria identificação à Ilusão
desse corpo e dessa personalidade, que foi glorificada.
Mas vocês
não são isso.
Se vocês
estão identificados a esse corpo, estão identificados à morte, porque esse
corpo morrerá de qualquer modo.
Como se pode
ser identificado ao que é ilusório e efêmero, como um corpo que vive apenas
cinquenta ou cem anos?
Não temos mais perguntas, agradecemos.
Então, Irmãos e Irmãs que me escutam agora, que me escutarão ou que me lerão,
juntos, vamos Vibrar no Ki-Ris-Ti.
... Efusão Vibratória...
Gratidão,
Graça e Bênçãos para seu acolhimento e seu Abandono.
Que a
potência do amor e da Luz tornem-se seu Fogo quotidiano.
Talvez até
um dia e, em todo caso, até sempre, em outros espaços.
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Versão do francês: Célia G.